quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Encontro com Dom Franco Cuter e frei Luis Spelgatti marca a minha visita a cidade de Grajaú





Já me encontro em São Luis, depois de um mês viajando pelos os estados do Pará, Amapá e Maranhão. Fiquei alguns dias sem postar matérias das minhas visitas em algumas fraternidades do Maranhão, devido a problemas com a internet. Mas, hoje irei atualizar as notícias começando pela fraternidade de Grajaú.

A minha visita a cidade de Grajaú foi marcada pelo encontro com o pároco da cidade, frei Luis Spelgatti e o Bispo da Diocese de Grajaú D. Franco Cuter. Foi uma visita rápida porque os frades que residem em Grajaú e trabalham com o bispo, fazem parte da fraternidade de Barra do Corda.

A cidade de Grajaú estabelecida no centro-sul do estado do Maranhão foi fundada pelo navegador Alferes Antônio Francisco dos Reis, em 29 de abril de 1811 à margem leste do Rio Grajaú local denominado Fazenda Chapada que era de propriedade de Manoel Valentim Fernandes, local mais conhecido como Porto da Chapada. A margem oeste, à época, era habitada pelos índios Timbiras e Piocobjés. Esses índios, no ano de 1814, promoveram uma chacina contra os habitantes da povoação fundada por Antônio Francisco dos Reis, que já contavam com 40 pessoas, das quais, escaparam apenas seis que se encontravam ausentes.

No ano de 1816 os moradores restantes reiniciaram a povoação, dando-lhe o nome de São Paulo do Norte, contando então com um pequeno destacamento de tropas. Em 1817, o então governador do estado mandou fundar no lugar Estrião Grande a colônia Leopoldina, para maior segurança dos habitantes da região, cuja colônia compunha-se de 40 soldados. Pela Lei Provicial nº 7, de 29 de abril de 1835, Pedro da Costa Ferreira, então presidente da província, elevou a povoação São Paulo do Norte à categoria de vila, passando a chamar-se Vila chapada.
Foi da Vila da Chapada que se originou a cidade de Grajaú, a qual, pela Lei Provincial nº 1225, de 07 de abril de 1881, elevou-se à categoria de cidade com o nome de Grajaú originário da tribo dos índios Guajajara que ocupava a margem direita do rio.

Os frades capuchinhos chegaram na região partir de 1896 e só a partir de 1920 se estabelecem definitivamente em Grajaú. Foi criado uma prelazia e entregue aos misionários capuchinhos e hoje temos um bispo capuchinho e três frades trabalhando nesta cidade. Atualmente trabalham com Dom Franco Cuter, frei Luis Spelgatti, frei Lauro e frei João José. A minha visita foi rápida, mas pude observar que frei Luis que exerce a função de pároco, continua empolgdo com o trabalho que vem realizando. Já fez, várias reformas, sendo uma reforma completa no convento, outra reforma na casa paroquial e no centro de pastroral.























Um comentário:

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