![]() |
| Túmulo de meu pai, Fernando Leite de Araújo |
![]() |
| Cemitério, onde meu pai descansa em paz |
Sempre que vou à Brasília visitar os meus familiares procuro reservar um
dia para ir ao túmulo de meu pai Fernando Leite de Araújo, faço a minha oração e
me recordo com saudades dos momentos bons que passamos juntos. Hoje me encontro
em Capanema, mas mesmo distante irei lembrá-lo na celebração que irei presidir
no cemitério da cidade.
Participar das celebrações que serão realizadas hoje, dia de finados é um ato de gratidão, caridade e uma consequência
da fé. Este é um dia em que nós nos lembramos daqueles que estão na presença de
Deus. Para nós, que temos fé, a morte não tem a palavra final. A palavra final
pertence à vida, porque o Senhor ressuscitou.
Aos que visitam o cemitério e rezam pelos mortos, a Igreja concede
indulgência plenária. "Uma vez que os fiéis defuntos, em vias de
purificação, também são membros da mesma comunhão dos santos, nós podemos
ajudá-los, entre outros modos, obtendo para eles indulgências, de modo que
sejam libertos das penas temporais devidas por seus pecados" (Catecismo da
Igreja Católica - CIC).
Da mesma maneira que os familiares costumam, em datas especiais, lembrar
e orar pelos seus mortos, a Igreja, que acredita na comunhão dos santos, não se
esgota na realidade daqueles que caminham neste mundo, mas se estende àqueles
que estão na casa do Pai. O corpo de Cristo é a Igreja, não somente constituída
da Igreja militante, que são os que caminham, mas também da Igreja Triunfante,
que insere os que estão no céu, e da Igreja padecente, que se constitui dos que
ainda aguardam a manifestação gloriosa do Senhor.



Nenhum comentário:
Postar um comentário