Recebi uma carta de frei Martins relatando alguns dos momentos dos missionários enviados a Cuba. È sempre bom ter notícias destes nossos irmãos e saber que a nossa missão começa aos poucos a dar os seus primeiros frutos. Vejamos trechos das carta de frei Martins:
“... Eu, frei Martins e frei Messias, fomos com o bispo D. Álvaro Beyra para sua diocese no dia 6 de novembro para ajudar na preparação e permanência da imagem da Virgem da Caridade, padroeira de Cuba. Estive por lá até o dia 18 de dezembro e frei Messias ficará até ao final de janeiro colaborando em uma paróquia por falta de sacerdotes...”
“... O motivo da peregrinação da imagem é que em 2012 completará 400 anos que ela foi achada por três pescadores, um negro e dois mestiços...”
“... Eu fiquei na cidade de Manzanillo e frei Messias trabalhou na cidade de Veguitas. Manzanillo é uma cidade com mais de 100.000 habitantes com uma só paróquia, atendida, agora, por um só sacerdote. Durante os dias que a imagem passou naquela paróquia houve uma peregrinação do povo para vê-la. Percebemos um olhar de Esperança naquele povo. Desde os meninos (as) até os adultos. Quantas pessoas vimos chorando enquanto a imagem era exposta ou quando partia para outro povoado! Meu Deus, quantos jovens vi chorando! As lágrimas deste povo são as chagas do Cristo no coração. As lágrimas são os gritos do silêncio que clama. Deus sabe o porquê. E nós também...”
“... Eu, frei Martins e frei Messias, fomos com o bispo D. Álvaro Beyra para sua diocese no dia 6 de novembro para ajudar na preparação e permanência da imagem da Virgem da Caridade, padroeira de Cuba. Estive por lá até o dia 18 de dezembro e frei Messias ficará até ao final de janeiro colaborando em uma paróquia por falta de sacerdotes...”
“... O motivo da peregrinação da imagem é que em 2012 completará 400 anos que ela foi achada por três pescadores, um negro e dois mestiços...”
“... Eu fiquei na cidade de Manzanillo e frei Messias trabalhou na cidade de Veguitas. Manzanillo é uma cidade com mais de 100.000 habitantes com uma só paróquia, atendida, agora, por um só sacerdote. Durante os dias que a imagem passou naquela paróquia houve uma peregrinação do povo para vê-la. Percebemos um olhar de Esperança naquele povo. Desde os meninos (as) até os adultos. Quantas pessoas vimos chorando enquanto a imagem era exposta ou quando partia para outro povoado! Meu Deus, quantos jovens vi chorando! As lágrimas deste povo são as chagas do Cristo no coração. As lágrimas são os gritos do silêncio que clama. Deus sabe o porquê. E nós também...”
Que Deus abençoe os nossos irmãos em Cuba e que Nossa Senhora do Carmo os proteja e os guarde. Amém!
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